Criada em 2022 por seis grandes empresas – Itaú, Santander, Rabobank, Vale, Marfrig e Suzano –, a Biomas nasceu com a ambição de restaurar 2 milhões de hectares de florestas nativas em vinte anos, por meio de projetos privados de reflorestamento voltados ao mercado de carbono, afirma seu CEO, Fabio Sakamoto.
Em entrevista ao programa VEJA+Verde, conduzido pelo jornalista Diogo Schelp, ele diz que a empresa busca ocupar um nicho ainda incipiente: plantar florestas em larga escala, com governança robusta, para vender créditos de carbono de “alta integridade” a empresas e países que precisam compensar emissões.
Estima-se que o mercado global de créditos de carbono deve movimentar cerca de 1 trilhão de dólares por ano até 2035, e que o Brasil pode abocanhar entre 16 bilhões e 26 bilhões de dólares anuais em investimentos diretos ligados à restauração florestal.
—————————————————————————
Assine VEJA: https://abr.ai/2VZw8dN
Confira as últimas notícias sobre o Brasil e o mundo: https://veja.abril.com.br/
SIGA VEJA NAS REDES SOCIAIS:
Instagram: https://www.instagram.com/vejamais/
Facebook: http://www.facebook.com/Veja/
Twitter: http://twitter.com/VEJA
Telegram: http://t.me/vejaoficial
Linkedin: http://www.linkedin.com/company/veja-com/
TikTok: https://www.tiktok.com/@revista_veja